10 novembro 2009
A volta de Bon Jovi e a juventude que não volta
Meu amigo Thales me disse em 1988: “é bom, é jovem, é Bon Jovi”.
Pois John Francis Bongiovi Jr., 47, está de volta e para um pai de quatro filhos, looking fucking good.
Daqui a quase exatamente um ano, dia 7 de novembro, ele estará no Brasil e você vai poder conferir ao vivo. Se for fã mesmo, pode pegar o show na abertura em Seattle, fevereiro, ou em algum outro canto do mundo – aqui está o roteiro da tour. Bon Jovi na Croácia, que tal?
Eu também estaria rebolando feliz se tivesse vendido 120 milhões de álbuns. Talvez sem a mesma ginga, claro. Olha ele vendendo o peixe aqui, a primeira faixa do novo disco, na versão inglesa do Ídolos:
We Weren’t Born To Follow é mais um daqueles hinos genéricos, tronitruantes, assobiáveis, all-american que ninguém faz melhor que o Bon Jovi.
Umas eles acertam na mosca – Wanted Dead or Alive, Living on a Prayer, It’s My Life. Outras, e essa nova é um desses casos, não.
Mas é indolor, e tem um monte de heróis americanos, ou pelo menos heróis para um garoto italiano, durango e Democrata de Nova Jersey - Martin Luther King, Al Gore, Bobby Kennedy, astronautas e a princesa Diana. Como, claro, Obama, que Jon apoiou. Olha ele cantando na festa de posse do presidente americano:
No universo do Bon Jovi, ser um cara comum é ser a melhor coisa do mundo, o sal da terra, o herói, o protagonista. A banda vende melhor que ninguém o sonho americano: a vida é difícil, mas qualquer americano pode conseguir realizar muita coisa.
Basta trabalhar duro, ser justo e leal com seus amigos. O que é verdade, naturalmente; e a prova indiscutível é o próprio Jon saracoteando sorridente no palco na sua frente, não está vendo?
É um ideário que seria country e republicano se não fosse suburbano e liberal. A operação conceitual é interessantíssima. O Bon Jovi existe em um ponto imaginário equidistante de Los Angeles, Memphis e New Jersey.
Entre, sei lá, Poison, Elvis e Bruce Springsteen. Nunca fui exatamente fã de Bon Jovi, mas sempre simpatizei e cada vez mais. Piracicabano que vira paulistano tem dessas coisas.
Quando entrei na Folha, 88, era cabeludo e tinha gente que achava que eu era headbanger.
Vai ver não diferenciavam minhas camisetas do Joy Division e Dead Kennedys de camisetas do Iron Maiden.
Minha primeira capa da Ilustrada foi sobre, adivinha, a então mais recente dentição metaleira, o hard rock de laquê e batom de gente como Motley Crue, Guns N’Roses e… Bon Jovi.
Adoraria ler de novo. Alguém sabe onde encontro? Todos esses caras viraram covers deles mesmos. Jon virou outra coisa. Elvis é a referência mais na cara. Não imitação; isso, ninguém fez melhor que Eddie Murphy.
Claro que a vida do comportado Jon não tem nada a ver com o doidão Elvis. Aliás, Jon já viveu hoje quatro anos mais que Elvis. Mas ninguém há de negar que mesmo sendo um garoto de cidade, Jon engana bem de cowboy do asfalto.
E não é de hoje. Olha ele em 1985, mandando ao vivo do lado de Willie Nelson, em uma cover de, opa, Elvis:
Bon Jovi, como Presley, domina a arte de ser famosíssimo e manter aquele equilíbrio entre ser inatingível e acessível, queridíssimo entre as mulheres e “one of the guys” para os homens.
O som? É hard rock superproduzido; é caipira de coração; é o hino que embala sonhos, desilusões e festerê do povão. É, mais ou menos, Victor & Leo.
Não sei fazer elogio maior que dizer que Borboletas faria bonito em uma antologia do Bon Jovi. Num palco como o do Planeta Atlântida, então, a comparação fica mais auto-explicativa:
Parte importante da lenda que suporta o Bon Jovi é a da gangue de amigos inseparáveis e superleais, Jon à frente, Richie Sambora como seu fiel escudeiro.
Sejam quais forem os bastidores desta relação, a parada funciona; o Bon Jovi faz shows emocionantes e lota estádios nos cinco continentes, em maratonas só comparáveis às dos Stones e U2, mas mais íntimas e espontâneas.
Como, digamos… Bruce Springsteen, de novo.
Para completar, Jon tem um legendário “casamento perfeito” e discreto, com sua namorada de colegial, Dorothea. Bonitona ela, mas sem visual de superstar.

Jon é tão perfeito que parece de mentira. É mentira mesmo, mas deve ter seu fundo de verdade, porque nunca pegaram ele de calça curta. Minha teoria: disciplina e tino comercial.
Jon é filho de dois ex-Marines, fuzileiros navais americanos. Ele, John, ela Carol, ex-coelhinha da Playboy. Das que serviam mesas no Club Playboy no final dos anos 50, não das que saíram peladas na revista.
Infância linha dura, pouca grana mas sem miséria. Jon era bonitinho, moleque.
Se fez bonitão: plásticas, musculação, jaquetas nos dentes, tratamentos diversos – é só olhar a pele dele com 23 anos e hoje. Sua beleza veio exatamente de onde vêm os visuais de estrelas de cinema, e não é da barriga da mamãe, ainda que DNA ajude bem.
Jon cresceu querendo ser um rockstar, e foi rápido. Depois queria ser um menestrel respeitável, como Bruce Springsteen, e não foi. Agora parece que está mais confortável. É facílimo prever os próximos anos do Bon Jovi.
Mais discos iguais aos de sempre, mais turnês lotadas, mais sucesso, mais dinheiro e nenhum escândalo à vista. Ele sabe que a vida é dele. E seu herói hoje toca para ele:
Pode estar fora de moda gostar de Springsteen e Bon Jovi. Bem, tenho quase a idade de Jon, e não estou dando a mínima para o que está na moda. O tempo passa para o bem e o mal.
Mesmo que a gente pareça jovem, se sinta jovem e não queira se entregar à nostalgia, é difícil não pensar às vezes no que foi e não volta mais.
Com melancolia, mas - espero – também com carinho e humor. Assim:
Now I think I’m going down to the well tonight and I’m going to drink till I get my fill
And I hope when I get old I don’t sit around thinking about it but I probably will
Yeah, just sitting back trying to recapture a little of the glory of,
Well time slips away and leaves you with nothing mister but boring stories of
Glory days well they’ll pass you by
Glory days in the wink of a young girl’s eye Glory days, glory days
Hei, Thales, olha os dois juntos aqui, man!
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10/11/2009 às 14:09
Bruce is the boss e não é à toa. Foi um dos melhores shows que vi na vida, láááá atrás, em 1989 ou coisa assim… memorável, ao lado da primeira vez que vi… Bon Jovi, em 1990. Mandou mega bem na comparação. Pena que nosso amigo BJ não um lança disco bom mesmo há uns 20 anos… esse novo é MEGA fraco.
10/11/2009 às 14:58
Não sei se concordo que o Bon Jovi não lança um disco bom há 20 anos. Acredito que ele lance músicas boas dentro de discos medianos. Mas esse último é, de fato, ruim de dar dó. Mas, como pessoa, ele parece ser uma pessoa bacana. Assim como Tico Torres e Sambora.
10/11/2009 às 15:28
O Bon Jovi foi a primeira banda de rock que eu gostei. Hoje não ouço mais, mas quando toca por aí, canto junto. E até assumi dias atrás uma verdade que escondi por anos: eu gosto do disco solo do Jon Bon Jovi, trilha do filme “Young Guns II”, eu acho… “I need a miracle”… heheheh
10/11/2009 às 15:34
Sou obrigado a admitir: You give love a bad name é um dos meus secretos prazeres proibidos…
10/11/2009 às 15:37
Talvez seja a “piracicabaneidade” dentro de mim também, mas penso muito parecido contigo. Esses working class heroes conseguem, ainda hoje, passar um pouco de honestidade no que fazem.
Pode até ser uma honestidade fingida – mas como fingem bem, não?
O disco mais recente do “Boss” é fabuloso. Pé no chão e grandioso ao mesmo tempo. A música nova do Bon Jovi não tem a mesma pegada de outrora, mas ainda assim é bacana.
Mas é mais do que suficiente para me deixar colado na grade quando o show rolar por aqui.
Parabéns pelo post.
10/11/2009 às 15:40
nhaaaa que Post Mara
Bon Jovi é muito bom…apesar de eu gostar mais de um metalcore e Trash Metal, o Hard Rock do BON JOVI É MUITO OTIMO *———————*
Andre agora fiquei curiosa…queria ver vc com cabelo grande \m/
10/11/2009 às 15:45
Olha, sem exagero, acho esse seu melhor texto desde que começou aqui. Quando a gente gosta e se identifica com a matéria-prima a ser comentada, fica tudo mais fácil. Ou vai me dizer que você não se amarra em rock de arena, já te saquei há um tempão… Muito boa a comparação com Victor e Léo. Se você pegar as canções do Bon Jovi e tocar de maneira mais simples, sem exageros de produção, vai perceber um compositor dedicado, cuidadoso, embora não exatamente brilhante (Wanted Dead or Alive é ótima, porque não foi bem-produzida demais). É justamente esse exagero de produção que tornou Bon Jovi tão datado. Agora, sempre pensei que o cara fosse republicano típico. Sinal que nem os caipiras norte-americanos suportam a breguice do Bush way of life.
10/11/2009 às 16:30
Taí. Forastieri acertando mais uma. O dito cujo pode fazer algumas coisas que considerem “farofentas”. Pois que seja: continua honesto pra chuchu. E, para aproveitar o que Claudio Roberto Basílio disse: eu aposto que poucos conseguiram fazer baladas mais irresistivelmente chorosas e roqueiras do que “Always” ou “I’ll be there for you” – que muita, MUITA gente gosta, mas esconde. Só o Scorpions e o Nazareth chegam perto. Ponto.
10/11/2009 às 17:04
Belo texto! Mas aí, Bon Jovi imune à passagem do tempo é mesmo o do primeiro disco. E claro, a tal “These Days” belíssima…
Na moral, o Bon Jovi é o Pearl Jam dos anos 80. Reparem bem…
De qq forma, é inegável o talento com que o cara administra a imagem pública de sua persona pop. CLAP!
abs
10/11/2009 às 17:30
Interessante analogia de JBJ e Elvis. De fato, o roqueiro de NJ manda vários covers de EP há alguns anos. “Love for Sale” não é de Presley, mas é como se fosse tamanha a similaridade de estilos.
Sobre a fórmula, é a mesma de sempre. “It’s My Life”, “One Wild Night”, “We Got It Goin’ On”, todas venerando a ideia do carpe diem. Viva intensamente, o quanto puder, enquanto puder, seja diferente, seja ousado, curta a farra, cercado pela mágica guitarra de Sambora.
Recomendo o álbum “Lost Highway”, do BJ, lançado em 2007 e um dos melhores dos últimos anos.
10/11/2009 às 19:27
Oi! É a primeira vez que leio seu blog, afinal, tem Jon, tem a minha atenção ( já deu pra perceber que eu sou louca por ele e pela banda, né? ), mas vc disse muito bem, descreveu o Jon e todo o mito em torno dele de forma mágica … fui ao show do Jon em 1995 e quase morri, pois não sabia se gritava, chorava, dançava, cantava e acabei fazendo tudo ao mesmo tempo …. em novembro, estarei lá … e tb no seu “concorrente” Bono e U2 …. que o Bon Jovi há nos não faz uma música/cd decentes isso é verdade, mas, e digo em nome de todos os fãs incondicionais dele, compro o cd sem pestanejar …. não sei pq, mas ele me cativa desde os 12 anos ( hj tenho 31 ) e não saberia viver sem ouvir BJ …. excelente post, parabéns … e que o JON lindo e perfeito venha e volte mais vezes … quem sabe, numa dessas oportunidades eu não consiga mostrar a tatoo que fiz em homenagem a ele? Bjos
11/11/2009 às 00:04
E aí, afinal, Jon Bon Jovi está mais rico, mais jovem ou mais talentoso com o passar dos anos? Responda quem souber. Convenhamos, o cara é um gênio.
11/11/2009 às 08:26
Só pra constar: quando comparei Bon Jovi com Pearl Jam, eu estava malhando as duas bandas… Vc sabe, Forasta!
Como vc mencionou o trabalho novo, vou tentar entender o “We weren’t born to follow (JESUS?)” sob outras perspectivas… Valeu aí!
abs
11/11/2009 às 09:02
Não me importo, em novembro estarei lá.. cantando e pulando ao som de Sambora e Jovi! MEU DEUS não acredito que finalmente irei num show de algo que gosto !!
E só pra confirmar, perfeita comparação entre Victor e Leo e Bon Jovi.. juro que rih quando lih, mas é que eu fiquei imaginando o JBJ cantando borboletas! aahuhuahuah!! abraço!
11/11/2009 às 10:03
eu amo bon jov ele e tudo dos meus quinze anos.
11/11/2009 às 10:27
ola ola,gostei muito da publicacao e acho que realmente é tudo verdade o que escreveu. Não é pra qualquer um ter um estilo a la BON JOVI.
Admiro muito suas postagens…e esperamos BON JOVI em 2010 pra arrebentar a boca do balao e calar muitas bocas que falam mal da banda..vlw
AHHH tomara que Vitor e LEO não se empolguem com a comparacao…Nada se compara a Bon Jovi…bjs
THE ONLY>>>
PS:. I Love Bon Jovi
11/11/2009 às 12:03
O texto reproduz exatamente o porque sempre seremos fãs de Bon Jovi! Um show em SP vai ser pouco! Se Deus permitir, estarei lá!!!
11/11/2009 às 12:14
Sempre fui fã do Bon Jovi, Fico muito feliz ao saber que ele está de volta.Passei minha adolecência ouvindo eles. Espero que eles que eles voltem a cantar algumas baladas…..
11/11/2009 às 14:28
a banda da rua-E eh muito boa,grandes musicos um mais figura que o outro mais a ruiva patroa do chefe.
nebraska eh um grande disco.
11/11/2009 às 14:32
a banda da rua-E eh muito boa,grandes musicos um mais figura que o outro e a ruiva patroa do chefe.
nebraska eh um grande disco.
11/11/2009 às 16:48
Tem uma tira do mestre Angeli, que diz tudo. Recortei ela pra dar pra uma amiga fã de bon jovi. Nela entra um garoto, de boina e calça largada numa loja de discos, ele pergunta pro cara da loja se tem algum disco do bon jovi. O cara da loja diz que sim. O garoto vira de costas e saindo diz… Azar o seu!
11/11/2009 às 22:26
BON JOVI ,e U2,sem duvida as maiores comercialmente flando,dos ultimos 25 anos
12/11/2009 às 01:31
mandou bem… Bon Jovi voltou ao Rock nesse album… esse é um album realmente bom, com canções bem produzidas e lógico… com identidade… “identidade BON JOVI”
ouçam e esqueçam os antigos , não comparem , afinal estamos em 2009… e não em 1986 , ok?
12/11/2009 às 08:38
Algumas músicas do novo disco até que se salvam… Brokenpromiseland e Superman Tonight lembram um pouco do Bon Jovi das antigas.
12/11/2009 às 15:00
Falar de Bon Jovi pra mim eh um privilegio, sempre gostei e sempre vou gostar. Gosto de todos os cds e isso nao eh pq sou fã, apenas vejo o q eles passam nas musicas e acabo gostando. Os albuns lançados a partir de 2000 pra mim nenhum eh ruim. Crush, One Wild night live, This Left Feels Right, Bounce, Box Set: 100,000,000 Bon Jovi Fans Can´t be Wrong, Have a nice day, lost highway e agora the circle. Os antigos são clássicos e nem vou comentar aqui. Não vejo a hora dos Bon Jovi’s chegarem no Brasil, simplesmente a banda q me inspirou a cantar e tocar!!! Abraços
12/11/2009 às 19:41
Fala André!
Sou como vc: nunca me considerei fã de Bon Jovi, mas sempre ouvi sem o menor preconceito. Como vc bem disse às vezes eles acertam e qdo isso acontece é muito bom. Neste novo cd tem 2 faixas sensacionais: “When we were beautifull” que foge da tradição “bonjoviana” (remete a coldplay!!!) e a faixa 8, a rápida e empolgante “Brokenpromiseland” Essas tem tudo para virar clássicos e ao vivo ficarão fantásticas.
abs
16/11/2009 às 23:00
Seu melhor texto. Amei
17/11/2009 às 12:53
Excelente texto, descontraído, gostos de ler e muito informativo, parabéns! O BJ é uma das poucas bandas do hard rock dos anos 80 que continuam na ativa com um relativo sucesso, espero que venham para o Brasil mesmo, pois estarei lá para cantar grandes clássicos da banda!
17/11/2009 às 22:52
São 21 anos como fã e 15 anos contando o ano que vem á espera de um mega show……
Exxxxxxxxxxcelentissima reportagem…Fazendo muita gente regredir no tempo e reelembrar muitas coisas, “Bon Jovi e a juventude que não volta” mas é uma boa lembrança que prevalece igual a eles…
Muito boa essa matéria!!!!!!!!
23/11/2009 às 21:34
Muito bom, primeira vez que li seu blog, gostei muito do texto, ótimo!!!! Fiz uma busca com Bon Jovi e caí aqui, foi uma surpresa muito boa! Eu amo o Jon, como pessoa e como artista, acredito que ele passa uma imagem verdadeira, concordo com tudo que vc falou e espero não perder a oportunidade de assistir o show da banda o ano que vem, até lá!!!!
25/11/2009 às 13:20
eu quero volta na bombom
14/12/2009 às 17:30
oi eu sou bem mais jovem que a banda tenho apenas 19 anos e desde que eu tinha 14 eu curto Bon Jovi e pra mim não existe banda melhor o cara simplesmente arrasa e o Richie sambora é o mestre da guitarra!!!
10/01/2010 às 00:08
gosto dele, meu pai tem a mesma idade do bon jovi…
cresci ouvido bon jovi, tenho 19 anos! É UM ENLATADO AMERICANO , MELHOR DO Q QUALQUER OUTRO ,jah visto e ouvido…
OBS:além de linnnnnddooooooo
11/01/2010 às 14:39
_Seu texto está PERFEITO, sem dúvida o mais próximo a esta lendária banda. BON JOVI além de ser uma banda maravilhosa com músicas que agrada a muitos, talvez não a tds, + sem dúvita a banda mais completa que eu conheso. _Tem um líder (JBJ) lindo, carismático, família, exemplo de homem; e os outros integrantes além de feras no que fazem são muito unidos. _Falem o que quizer, mais quem conhese e consegue captar a mensagem que esta banda BJ passa se apaixona. AMOOOO ELESSS DE PAIXÂO
21/01/2010 às 16:15
BON JOVI E TUDO DE BOM,NAO TEM COMO NAO GOSTAR,POIS SUAS MUSICAS SAO CLASSICAS E LINDAS…OTIMO….PARA QUEM TEM BOM GOSTO….JON E PERFEITO..M AS COM SUA BANDA COMPLETA….
06/02/2010 às 16:11
Excelente texto. A banda Bon Jovi é muito boa. Sempre foram originais, nunca copiaram ninguém, por isso, estão aí até hoje. Espero ver esta ótima banda no Brasil este ano.