30 novembro 2009
Quando o dinheiro dá vergonha
Tem gente que fica furiosa de ver um cara gastando um dinheirão em um carro, um relógio, uma viagem, uma garrafa de vinho.
Eu não. O que é importante para um não é para outro.
Para uma pessoa louca por AC/DC, pagar R$ 300 para ver um show não é caro. Para quem acha a banda chata, é insano.
Não tenho preconceito contra nenhum tipo de gasto, também. Até porque o conceito de riqueza, assim como o de desperdício, é bem variável.
Quando eu tinha dezoito anos, não tinha dinheiro nem para tomar cerveja em padaria, mas arrumava uns cruzeiros para comprar gibi americano.
O que é luxo para um não é para outro.
Se você almoça fora todo dia, gasta dez, vinte, ou mais reais por dia. Dentro do padrão.
Se você leva todo dia sanduba de casa para almoçar, e um dia por mês sai para jantar e gasta trezentos reais, está fora do padrão.
Eu não gasto nada com roupa. Não tenho coragem de comprar um tênis importado. Uso relógio Swatch.
Em compensação, gasto muito com livro – um absurdo para 99% das pessoas.
Agora, mesmo um cara como eu às vezes não consegue não ter uns engulhos ao ver como se portam os ricos brasileiros.
A Veja lançou esses dias uma edição especial sobre São Paulo, intitulada “A Capital do Luxo”.
No que faz muito bem. Porque é bom negócio. Tem muito anunciante que quer falar com rico.
Tem muito rico no Brasil, 131 mil milionários, segundo a revista.
São pessoas que tem pelo menos um milhão de reais em aplicações financeiras, dinheiro livre, fora casa, carro, sítio, essas coisas.
E 56% do consumo da classe AAA no Brasil está em São Paulo – uns seis bilhões de reais.
Aliás, os números publicados são de cair o queixo. Alguns preços:
- R$ 15.760,00 pelo relógio Rolex mais vendido em São Paulo
- R$ 9.950,00 pelo relógio Cartier mais vendido aqui
- R$ 3.946,00 por uma jaqueta de couro Diesel
- R$ 500,00 por uma polo Giorgio Armani
- R$ 29.000 por uma bicicleta
- R$ 89.990,00 por um colar de diamantes na Vivara
- R$ 15.000 por uma caneta-tinteiro Faber Castell
- R$ 18.900,00 por um vinho do porto Quintal do Noval 1963
- R$ 2.960,00 por um sapato Salvatore Ferragamo
- R$ 73.500,00 por uma bolsa de crocodilo Louis Vuitton
E por aí vai.
De novo: não tenho preconceitos. E qualquer centavo ganho honestamente pode ser gasto como você melhor entender.
O que eu me pergunto é o seguinte: uma pessoa que gasta 73 mil reais em uma bolsa, deve ter, imagino, mais de uma.
Duas? Três? Cinco?
E pares de sapatos?
Tem umas entrevistadas na revista que afirmam ter dezenas de pares de sapatos.
Tem uma moça lá de 23 anos que diz ter mais de cem pares. Perguntada sobre seu livro de cabeceira, Heleninha Bordon respondeu: “gosto mais de revistas de moda.”
Não é a campeã. Lilly Sarti, também de 23 anos, tem “uns 180 pares. Compro quinze, vinte de uma vez só.”
Como você ganha dinheiro suficiente – aos 23 anos – para ser capaz de ter no armário milhões de reais em roupa?
E que tipo de gente tem orgulho de aparecer em revista contando vantagem sobre esse tipo de gasto?
Me deu vergonha.
Veja mais:
+ Mulheres chegam a pagar milhões em bolsas
+ Veja em ‘As Coisas Mais Caras do Mundo’ as bolsas exclusivas das milionárias










30/11/2009 às 09:25
Gasto dólares dólares do Amazon com livros.Am I evil?
30/11/2009 às 09:55
Meus armários são abarrotados de gibis, livros e CDs, vinis, etc. Sinto grande orgulho por isso. Muito do que aprendi na vida se deve a essas coisas.
Um ladrão iria se decepcionar se aqui adentrasse.
Quanto a elite paulistana…
Tenho muitas palavras para tecer sobre esse povo fútil. Muitas delas não cabem aqui.
Eles me lembram gente como Nicolaeu Ceausescu, Imelda Marcos, Eliane Tranchesi, Paulo Maluf…
Para homenagear esse gente, vou até usar um clichê roubado (ops): morro pobre, mas morro feliz.
30/11/2009 às 10:30
A questão não é como nem quanto certas pessoas gastam dinheiro. Cada um gasta do jeito que bem entende. A questão é a maneira como certas pessoas conseguem ganhar tanto dinheiro pra gastar.
30/11/2009 às 10:45
Vergonha mesmo…
essas patricinhas, filhinhas de papai…
e mesmo que eu tivesse 73.000,00 para comprar uma bolsa não compraria…
mas pagaria por uma bela coleção de filmes raros, por livros raros, por uma bela viagem pelo mundo,
cobram isso prq tem quem pague.
Consumo, consumo
30/11/2009 às 10:58
A grande questão é a seguinte: quanto será que uma pessoa que se propõe a pagar R$ 15.760,00 por um relogio Rolex paga para a sua empregada doméstica?
30/11/2009 às 11:37
O problema não é ter tudo isso e gastar com tudo isso, e sim ser uma pessoa vazia que não tem assunto. Essas meninas servem pra uma transa e só, não se pode manter um reçacionamento com uma mula. O mesmo vale para os rapazes que são narcisista desde que nasceram.
30/11/2009 às 12:00
Guardo parte do meu suado décimo terceiro para ver o Metallica, em Janeiro.
Pagarei R$500,00 em duas entradas de estudante,na area VIP. É o presente de Natal que estou dando para minha esposa, que delirou, quando contei a novidade.
Vamos sair de MG para SP. Vai ficar caro. Meu colega de trabalho disse que deveriamos pegar a grana e passar uma semana na praia. “Mineiro não tem jeito”, debochou minha esposa paulistana, qdo soube da sugestão que que me deram na repartição.
Pobres mortais,não fazem idéia que Death Magnetic, o último album da banda, foi o melhor disco de rock pesado dos últimos tempos.
Mas de 100 mil cópias vendidas no Brasil.Só para efeito de comparação, o último disco de Ivente Sangalo vendeu 30 mil.
Forastieri vc já viu o clipe da música All Nightmare song? É inspirado no caso Tugunska.
“Há oitenta anos no vale do rio Tunguska, na União Soviética, uma explosão até hoje não foi explicada. Seria um meteoro ou um núcleo de cometa que destruiu 60 quilômetros quadrados de florestas?”
Procure a versão de Hetfield e cia, para o caso.
É muito divertida.
30/11/2009 às 13:08
É por essas e outras que eu não leio publicações como a Caras. É uma revista fútil, não informa nada para ninguém, apenas fica mostrando uma meia dúzia de três ou quatro mostrando suas riquezas, suas posses para reles mortais. Para mim, virou revista de consultório médico e dentário.
Acho o seguinte: se uma pessoa tem condições de comprar carros de luxo, mansões, problema é dela. Se ela ganhou pra isso, fez por merecer. Acho que chega da gente querer bancar o bom samaritano. Se trabalhamos, ralamos e nos futricamos nessa vida e podemos nos dar esses bens, tanto melhor. Mas ficar se exibindo é demais.
O que eu faço do meu salário diz respeito a mim. E a mais ninguém.
30/11/2009 às 14:28
Podendo eu gastaria bastante em roupa também. E em outras coisas. Mas não ia ficar indo em revista dizer isso. Panaquice alta.
30/11/2009 às 14:55
Hiii…vendo os comentários aí, tudo um bando de invejosos, isso sim! Não tem o tal dinheiro para gastar, então se metem a ser intelectuais. Ah, pára!
30/11/2009 às 15:42
O mercado de altissimo luxo é realmente indecifravel. Acho que, se eu tivesse dinheiro, compraria sim alguns dos produtos da lista: Um exemplo são os relogios, que realmente são caros, mas são inegavelmente para a vida toda, e mesmo depois de decadas ainda podem ser vendidos por um bom preço (Olha o pensamento proletario, ahahaha!) e a bicicleta, que pode não ser apenas cara, mas produzida para atletas de elite, com os melhores materiais e peso pena… Mas não precisamos nos incomodar tanto, existem no mercado opções tão boas quanto essas a preços ínfimos! E uma alternativa: Viva a China!
30/11/2009 às 15:44
É. Cada um gasta o seu dinheiro como lhe convém. Cada um também tem o direito de falar o que quiser. Se vc vai se dar ao trabalho de ler uma revista dessas… é outra história. E, como já aconteceu comigo, vc vai continuar amiga daquela pessoa que “subiu na vida” e que depois disso passou a resumir suas conversas sobre as compras que fez na Europa, quem ela conheceu, em que revista saiu… e ficar olhando pra aquela pessoa e pensando “nossa, a gente acampava juntos” e ainda ficar aturando o emergente… daí, definitivamente, é outra história mesmo.
30/11/2009 às 17:59
Me dá vergonha também. Sei que cada um gasta no que quiser, mas para mim essa futilidade toda é falta de objetivo na vida, já tem tudo, vai pensar mais no que? Sindrome de Paris Hilton, que ainda tem a estupidez de dividir com o resto do mundo o vácuo absoluto que reside dentro de seu cérebro.
30/11/2009 às 21:29
já vendi livro pra ter grana pra ir em show. já deixei de ir em show pra economizar pra comprar livro. hoje gasto muito do meu salário com show e livro. preciso aprender a gastar com roupa. mas acho absurdo o que essas pessoas gastam. vidinha sem sentido, eu acho.
30/11/2009 às 23:13
Boa noite André,
Acredito que você deva se interar totalmente dos fatos reais antes de fazer conclusões, o que dá vergonha é um jornalista escrever sem dominar o assunto.
Ainda que nada devo a quem lê a meu respeito, trabalho desde meus 18 anos, sendo assim você deve entender que graças a Deus sou uma profissional muito bem sucedida.
Contudo você deve ser mal informado, uma vez que faço doações importantes, pensando no próximo.
Desta maneira, informe-se de quem eu sou, quanto e quanto trabalho. Sei que algumas pessoas ficam demasiademente irritadas por não terem tanta sorte nos negócios como eu tenho e aconselho você a colocar uma errata em seu blog para que minha empresa homonima não tenha que entrer em contato com vocês.
Obrigada,
Atenciosamente,
Lilly Sarti
30/11/2009 às 23:24
Olá!
André,
Recebi seu comentário em minha clipagem, e digo, sou uma batalhadora e não me envergonho em gastar em sapatos, ou fazendo doações ao proximo!
Lilly S.
30/11/2009 às 23:28
Eu com esses milhões e mais uns bilhões tentava criar a minha emissora de TV, “Canal Aberto”, sem restrições ao máximo!
01/12/2009 às 00:30
Dá vergonha mesmo. Uns com tanto, sem saber no que gastar. Outros com tão pouco, ou quase nada, vivendo o outro lado dessa diferença social tão grande, onde o assunto do dia de hoje é: DINHEIRO NO BOLSO, DINHEIRO NA MALA, DINHEIRO NA MEIA, nem tem mais onde guardar!!! VERGONHOSO!!!!
01/12/2009 às 08:06
Acho que essa discussão de como melhor gastar seu dinheiro , como já disseram todos cada um gasta no que gosta. Acredito que essas pessoas conhecidas que “consomem” o luxo e a maioria sabe, que elas ganham pra fazer propaganda ,compra quem gosta e identifica.Você acha que Adriane Galisteu , Cicarelli e muitas outras pagam pra ter??
01/12/2009 às 10:29
Cada um tem sua vida e tem que fazer dela o que quiser, mas claro sem prejudicar a vida dos outros.
Se a pessoa quer gasta R$ 1 milhão numa bolsa, isso é um problema dela. Se ela trabalhou pra ter seu dinheiro (ou até mesmo ganhou/herdou), ela tem que gastar como lhe der na telha.
A Lilly Sarti justificou que faz doação e etc… pra ‘compensar’ seus gastos e etc… Eu acho bobagem…
Ela tem que gastar seu dinheiro como quiser, idependente se é pra uma bolsa, se é pra uma doação, se é pra tacar fogo no dinheiro…
Se você acha tudo isso injusto… para de choramingar e faça sua correria, vá estudar, trabalhar pra conseguiur um cargo melhor e fazer a sua vida e de sua família!
E para de choramingar pelo
01/12/2009 às 10:49
Lilly Sarti Disse:
Boa noite André,
Acredito que você deva se interar totalmente dos fatos reais antes de fazer conclusões, o que dá vergonha é um jornalista escrever sem dominar o assunto.
Ainda que nada devo a quem lê a meu respeito, trabalho desde meus 18 anos, sendo assim você deve entender que graças a Deus sou uma profissional muito bem sucedida.
Contudo você deve ser mal informado, uma vez que faço doações importantes, pensando no próximo.
Desta maneira, informe-se de quem eu sou, quanto e quanto trabalho. Sei que algumas pessoas ficam demasiademente irritadas por não terem tanta sorte nos negócios como eu tenho e aconselho você a colocar uma errata em seu blog para que minha empresa homonima não tenha que entrer em contato com vocês.
Obrigada,
Atenciosamente,
Lilly Sarti
01/12/2009 às 10:59
Preciso de uma doação:)
01/12/2009 às 11:01
Cara Lilly,
agradeço seus comentários.
Reconheço que fico irritado (não demasiadamente, mas um pouco) por, aos 44 anos, não ter tido tanta sorte com os negócios quanto você, que começou aos 18 e aos 23 é uma profissional tão bem sucedida.
E acredito, como você, que é fundamental a gente se inteirar dos fatos antes de tirar conclusões.
Dois fatos são importantes neste momento:
a) o assunto do meu post é o consumo de produtos extremamente caros. Pela entrevista que você deu à Veja, me parece que você os produz e os compra. Entendi errado? Você poderia nos dar uma idéia aproximada de quanto você investiu no conteúdo do seu guarda-roupa?
b) você cita duas vezes as doações que realiza. Peço a gentileza de me enviar as informações sobre as doações importantes que você realiza. Terei todo o prazer em publicá-las.
Grato
André
01/12/2009 às 11:15
Arrasou Lilly Sarti!
01/12/2009 às 11:16
Complicado esse lance do consumo. Uma caneta que custa quase vinte mil reais só tem valor pra quem conhece e aprecia o artefato, rico que compra só pra gastar a grana é burro e burro fica pobre rapidinho.
“De novo: não tenho preconceitos. E qualquer centavo ganho honestamente pode ser gasto como você melhor entender”
Eu não acredito em milhões honestos, mesmo o prêmio da loteria é discutível. Dinheiro é sujo e quem paga impostos e mantém uma empresa funcionando de forma correta e honesta dificilmente fica rico, portanto-indiretamente-qualquer milhão gasto tem uma sonegaçãozinha, uma fraudezinha ou coisa pior.
E na boa, até entendo um maluco degustar um Vinho do Porto de vinte mil, mas não entendo deixar de ouvir o mar pra ouvir…Metallica. Não é pra mim.
01/12/2009 às 11:55
o Lili compra um sapato pra mim, vai…
01/12/2009 às 12:03
Hahahahahahaha… tô rindo até agora.
Bom, mas a moça ao menos é coerente. A sua entrevista na Veja difunde não só o seu modo de vida, mas o seu ganha pão, certo?
Ah… só por curiosidade fui contar quantos pares de sapatos tenho. Sou mulher, mas nunca achei esse número relevante. Tenho 48 pares de sapatos. Só de botas são 11… tô horrorizada comigo mesma. Até porque esse ano não comprei nenhum sapato. Devem estar dando cria no armário. Só pode ser !!!
01/12/2009 às 12:25
a galera deve combrir distancias imensas andando a pe para possuir tantos pisantes e isso eh muito bom pois desafoga nao apenas o transito como tambem o transporte coletivo.
verdadeiros nomades altruistas.
01/12/2009 às 13:13
No parquinho em que eu levo meu filho aqui perto de casa, uma babá me falou que o gasto mensal da patroa com cabelereiro era maior que o salário dela. Fico pensando no tipo de pessoa que paga 600,00, 700,00 reais pra cuidar do cabelo e paga 400,00 pra menina que toma conta do filho.
Off topic. André, leu alguma coisa sobre “Quando os Gigantes Caminhavam Sobre a Terra”? Biografia do Led lançada recentemente por estas bandas.
01/12/2009 às 14:38
E eu duvido que a Lilly nunca tenha sonegado nada para chegar onde chegou. 23 anos?! Quando você nasceu eu já tinha lido todos os Asterix… Volta pra revista de moda.
01/12/2009 às 20:15
Fica muito claro que a intenção da tal Lilly ao aparecer na revista e aqui no blog é de ostentar, se mostrar a poderosa, eu gasto porque POSSO, diferente de vcs, seus pobres, que ficam contando dinheiro para comprar livro e ir a shows. Diante de tanta superioridade, só nos resta deixá-la no pedestal que criou para si mesma, fazendo doações para satisfazer a vaidade e…contando seus pares de sapato. Apenas um fetiche como qualquer outro.
02/12/2009 às 10:34
O triste é o tom desse tipo de reportagem que a Vejinha costuma fazer: mostrando a ostentação como se fosse algo cool, digno de inveja, um sonho de consumo a ser alcançado pela classe média. Foi assim também nas matérias sobre os solteiros ricaços da cidade, sobre as boates dos milionários. Nunca li uma reportagem que debochasse ou ironizasse essa gente. Tão ridículo quanto essa classe paulistana de novos ricos é jornalista pagando pau para esse povo.
03/12/2009 às 19:48
O que eu tenho contra essa gent fútil ñ é preconceito,é conceito mesmo!Se essas pessoas precisam se encher d coisas ABSURDAMENTE caras pra se sentirem felizes e depois fazer caridades pra compensar é pq bem lá no fundo sabem que é uma vergonha ostentar o luxo e ñ ajudar quem precisa,muitos destes brasileiros pobretoes que meeesmo que se esforcem muito ñ vao em apenas cinco anos gastar o que essa tal LILY pode gastar.Eu sei q o post ñ fala sobre esse assunto,mas + vergonhoso ainda é as pessoas pagarem pra ter artigos em couro,já que a chave pra acabar com essa crueldade de arracar a pele de um ser estando ele ainda vivo é o Ñ-CONSUMO.NÓS Ñ PRECISAMOS DA PELE DELES PRA VIVER,ELES SIM!
04/12/2009 às 20:53
Forasta,
você tocou num dos meus conceitos favoritos! O importante pra um, não é importante pra outro…
Minha mãe, quando soube desse preço que paguei no AC/DC, ficou tão horrorizada quanto eu ao ler essa edição da Veja. (curioso mas acho que ela gostaria de ter alguns pares de sapato a mais)
Aliás, não nego! Gostaria também de ter vários sapatos, várias bolsas e bla bla bla. Não acho que está aí o problema, desde que eu continuasse priorizando meus showzinhos de rock! Realmente acho que o problema – mais do que a futilidade – é a ignorância. Porque essas pessoas não podem simplesmente usar marcas e ler bons livros? Porque cultura e beleza são tão excludentes assim?
09/12/2009 às 10:54
LILLY,ME DÁ UM SAPATO?
14/01/2010 às 10:15
Um passarinho me contou que essa Lily não é uma boa patroa. Acho que ela poderia pagar melhor às funcionárias da loja e cumprir melhor o que fica acordado nas entrevistas.
03/02/2010 às 13:52
[...] + Quando o dinheiro dá vergonha [...]