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14 janeiro 2010 às 14:19

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Internautas protestam contra programa de Roberto Justus

Roberto Justus no 1 Contra 100 (Foto: Divulgação/SBT)

Roberto Justus no 1 Contra 100 (Foto: Divulgação/SBT)

A edição de ontem de 1 Contra 100, apresentado por Roberto Justus, gerou protestos de telespectadores no site do programa do SBT.

O programa teve a participação de esportistas. Ao jogador de vôlei Pampa foi perguntado “Qual desses equipamentos (chuteira, vassoura e taco) seria menos útil em uma partida de quadribol”. Pampa revelou não ter a menor ideia de que quadribol era um esporte que só existe na série de livros e filmes Harry Potter, praticado por bruxos, para quem vassouras são fundamentais.

A pergunta valia R$ 25 mil, e o ex-atleta, que arriscou na resposta “vassoura”, perdeu. A resposta oficial era “chuteira”.

O “mural” do site de 1 Contra 100 pede a opinião de internautas sobre o programa. O telespectador que assina como Von Braun não perdoou. Escreveu:

_ Simplesmente decepcionante!!! Hoje o tema da competição é o esporte e gostaria de saber qual a anta responsavél pela elaboração das perguntas. [De onde] tirou a ideia de [que] o tal de quadribol (exibido no filme Harry Potter) é um esporte??? Caso consiga nos explicar sua origem, regras e países que praticam esse esporte, nos informe também onde compramos as vassouras voadoras!!! Quero duas: uma para voar até o SBT e a outra para bater na cabeça da anta!!!

Já o internauta Fernando César apontou um suposto erro na resposta oficial. Ele escreveu no site:

_ [O programa] Eliminou injustamente um competidor. A pergunta era sobre quadribol e questionava qual era o objeto desnecessário para o jogo. As alternativas eram chuteira, vassoura e bastão. A resposta que o programa dava como certa era chuteira, já que quadribol é um jogo fantástico da série Harry Potter e se joga voando em vassouras. Entretanto, a chuteira é utilizada por todos os jogadores, que devem estar de uniformes completos. Já o bastão só é utilizado por dois jogadores de cada equipe, podendo portanto ser dispensado se o jogador for um artilheiro, pegador ou mesmo um goleiro. O rapaz merece voltar ao programa.

(Com Hakeito Almeida)

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14 janeiro 2010 às 11:09

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Sem estrelas, Corinthians derruba audiência da Globo

O Corinthians vendeu à Globo os direitos de transmissão do amistoso entre Corinthians e Huracán, ontem à tarde no Pacaembu, prometendo a estreia do veterano lateral Roberto Carlos, maior investimento do clube paulista para a temporada 2010. A transação foi feita pelo departamento de marketing do Corinthians. Mas o técnico Mano Menezes não só vetou Roberto Carlos para a partida, como também Ronaldo e todos os demais reforços.

Pelo tom da abordagem ao assunto feita agora há pouco pelos jornalistas do Redação SporTV, a Globo não gostou nem um pouco do resultado final da operação.

Também, pudera, o amistoso derrubou a audiência da emissora. Deu 14 pontos, em um horário que na terça, com a enésima reprise de O Pequeno Stuart Little, cravou 18.

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14 janeiro 2010 às 10:28

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José Simão: Ueba! Começou o Big Biba Brasil!

As "bibas" Dicésar e Sérgio dão selinho na primeira festa de BBB 10

As "bibas" Dicésar e Sérgio dão selinho na primeira festa de BBB 10

Saiu hoje a melhor crítica sobre Big Brother Brasil 10. Em sua coluna na Folha de S.Paulo, o “filósofo” José Simão chama o reality show de Big Biba Brasil. Diz que o confinamento não é “uma casa, mas uma boate gay”, que os participantes caçados no Twitter só têm dois neurônios, o Twico e o Tweco, e tira onda das perguntas e da barriguinha de Pedro Bial.

Simão classifica o programa de “acefalia televisiva”. Perfeito. Os reality shows chegaram com tudo à TV brasileira há mais de dez anos (pela MTV), explodiram em 2000 (com No Limite), e se consolidaram em 2001/02 (com Casa dos Artistas e BBB), mas até hoje há críticos e telespectadores que reclamam da falta de propósito educativo e cultural do gênero. Ora, reality show, seja A Fazenda, BBB ou Solitários, só tem um propósito: entreter.

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14 janeiro 2010 às 06:00

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Cantor internacional fará show em Big Brother Brasil

O cantor sueco-americano Eagle-Eye Cherry será a primeira grande atração da “temporada” de shows de Big Brother Brasil 10. Ele e sua banda se apresentarão no reality show na próxima quarta-feira, dia 20, na terceira festa da casa neste ano.

Intérprete dos sucessos Save Tonight e Falling in Love Again, entre outros, Eagle-Eye Cherry fará shows no Rio de Janeiro, na próxima terça, e em São Paulo, no Via Funchal, na quinta, 21.

Clique na foto para abrir o link

Clique na imagem para assistir ao clipe de Save Tonight

A décima edição de BBB terá vários shows. Não só de nomes conhecidos como Eagle-Eye Cherry e da MPB. A maioria das festas da casa (serão duas por semana) terá bandas, uma novidade. Neste sábado, por exemplo, se apresentará um cover de Elvis Presley. Depois da banda, entrará em cena um DJ.

Irmão da cantora Neneh Cherry e filho do trompetista (e jazzista) Don Cherry, Eagle-Eye Cherry nasceu na Suécia e cresceu em Nova York.

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13 janeiro 2010 às 11:27

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Crítica: Na décima edição, Big Brother ainda mantém frescor

Participantes de BBB 10 na primeira prova do programa (Foto: Reprodução)

Participantes de BBB 10 na primeira prova do programa (Foto: Reprodução)

Há oito anos no ar, em sua décima edição, Big Brother Brasil tinha tudo para se tornar um programa chato, repetitivo, mais do mesmo. Poderia nem existir mais. Mas não. A estreia de BBB 10, ontem, revelou um reality show ainda empolgante, capaz de prender a atenção dos telespectadores de 30% dos domicílios da Grande São Paulo e de virar um dos assuntos mais comentados do momento (o que é tão importante quanto ter audiência).

BBB mantém essa vitalidade porque seus diretores e produtores não se acomodam, não se limitam a reproduzir um formato pronto. Estão sempre introduzindo novas regras, sem, entretanto, deformar o jogo. Não se vexam em interferir no cotidiano dos confinados, quase sempre para criar intrigas entre eles. Porque é isso o que telespectador, sádico, quer ver, além de algum romance que raramente resiste ao término do programa.

Esta edição de BBB apresenta-se bem-sucedida, principalmente, na escalação do elenco. Pela primeira vez, há três homossexuais assumidos. Dois deles, os homens, são divertidíssimos. A mulher, uma jornalista, não é do tipo que engole desaforo. Passou a última noite berrando “Eu quero meu chip”.

A diversidade de tipos (não só de orientação sexual) ficou bem nítida já no primeiro programa, via intervenção da produção. Os participantes foram divididos em tribos. Estão lá os belos e sarados de sempre, além dos coloridos, dos cabeças (time do qual faz parte uma doutora em linguística quase tão sem-noção quanto a ex-bbb Fani, que declarou sobreviver como “celebridade instantânea”) e dos ligados.

É alvissaneiro para um reality show ter briga logo nos primeiros dias. E BBB 10 teve discussão já no primeiro dia. A edição foi feliz até em seu erro mais visível. Ao vivo, rodaram a vinheta de abertura de BBB 9 até por volta da metade, quando, num piscar do olho que caracteriza o programa, entrou a vinheta certa, a de BBB 10. A troca de vinhetas foi tão bem feita que parte do público ficou em dúvida se tinha sido mesmo um erro ou uma “pista”, principalmente porque, logo depois, ex-bbbs entrariam no confinamento, em busca das duas últimas vagas.

A falha ocorreu porque, justamente para evitar erros, Big Brother Brasil, ao vivo, vai ao ar com duas cópias de cada arquivo (videoteipe, vinheta, tudo o que é pré-gravado e editado). Cada cópia fica em um servidor. Na hora de rodar, um arquivo entra no ar um pouco antes do que o outro, para que, caso o primeiro trave ou apresente qualquer outro problema técnico, o segundo o substitua, numa operação muitas vezes imperceptível para o telespectador. Ontem, um servidor tinha equivocadamente a vinheta de BBB 9 e outro, a de BBB 10. A de BBB 9 entrou antes.

Atualização (14/1, 10h30): na verdade, a troca da vinheta de BBB 9 para a de BBB 10 não acontece numa “piscada” do olho que caracteriza Big Brother Brasil. Ela ocorre um pouco antes. Logo após aparecer a imagem de Flávio, do nono BBB, entra a de Cláudia, do atual. Mas o corte é tão bem feito que até parece que o erro foi proposital.

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13 janeiro 2010 às 06:00

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SBT acerta com séries no horário nobre e vence Record

Cena de Sobrenatural, série que recuperou a vice-liderança para o SBT

Cena de Sobrenatural, série que recuperou a vice-liderança para o SBT

O SBT acertou a mão ao exibir seriados americanos no horário nobre, com episódios diários _e não semanais, como é tradição. Desde 14 de setembro do ano passado, a emissora vem transmitindo séries entre 21h15 e 22h. Sua média de audiência no horário, que oscilava entre três e quatro pontos na Grande São Paulo, com o telejornal SBT Brasil, saltou para nove em dezembro.

Primeiro, o SBT apresentou Harper’s Island. Logo de cara, a série aumentou o ibope da emissora para seis pontos, mas ainda insuficientes para superar a Record, com Bela, a Feia. Em outubro, com a estreia de Sobrenatural, a média do SBT subiu para oito pontos, e a emissora venceu a Record em 11 dias. Em novembro, quando passou a concorrer com A Fazenda, o enlatado do SBT aumentou ainda mais sua vantagem sobre a Record. Venceu em 12 edições.

Nos últimos dias, Sobrenatural tornou-se imbatível. Neste ano (e até anteontem), o seriado sobre os irmãos caçadores de almas perdidas, que investigam crimes relacionados a forças sobrenaturais, ainda não perdeu para A Fazenda (apenas empatou em dois dias). E vem dando médias de dez pontos.

Sobrenatural deixará de ser exibido pelo SBT no próximo dia 22, quando termina a quarta temporada (ainda não há previsão para a estreia da quinta). No dia 25, será substituída por Gossip Girl.  Aparentemente, o SBT já conquistou uma significativa parcela de público com enlatados justamente no horário da poderosa novela das oito da Globo, que, com a concorrência mais acirrada, já não alcança a casa dos 40 pontos.

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12 janeiro 2010 às 11:49

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Conservadora, Tempos Modernos só quer fazer rir

O autor Bosco Brasil, que estreou bem na Globo (Foto: Isac Luz/TV Globo)

O autor Bosco Brasil, que estreou bem na Globo (Foto: Isac Luz/TV Globo)

O filósofo Thomas Hobbes (1588/1679) teorizou que o homem em estado de natureza é um ser livre, mas eternamente em guerra. Pela paz (ou pela segurança, em tempos modernos), o homem renuncia ao direito à liberdade e, por meio de um contrato social, passa a se submeter ao poder absoluto de um soberano. Assim, para proteger sua própria vida, o homem cria o Estado, ao qual entrega sua liberdade. Repita-se: para ter segurança.

Foi a partir dessa ideia clássica que Bosco Brasil formatou Tempos Modernos. Na nova novela das sete da Globo, o Estado doente cede lugar à eficiente iniciativa privada, que desenvolve condomínios que se proclamam seguros, controlados por computadores, câmeras e seguranças treinados para quaisquer situações. Leal (Antônio Fagundes) é um autodidata, self-made-man, que ergue prédios seguros, controlados por computadores, câmeras e por um exército de ninjas ocidentais.

Bosco Brasil fincou sua trama bem no Anhangabaú, no centro velho de São Paulo, em um prédio que em nada lembra os “edifícios inteligentes” da marginal Pinheiros e da avenida Luiz Carlos Berrini. O Titã 1 da realidade foi construído há uns 40 anos. O da ficção é um “edifício inteligente”, que oferece toda a segurança disponível do mundo em pleno centro degradado de São Paulo (um tanto maquiado na ficção). Um megacondomínio que tem até maternidade, em que se pode nascer e viver sem ter que sair dele, sem enfrentar congestionamentos ou correr riscos. E que reúne todas as classes sociais só porque é novela – assim, a empregada da madame da cobertura vive em uma quitinete nos andares inferiores. Perfeito.

Quando a novela começa, Leal está lançando o Titã 2, muito mais alto e muito mais moderno, a ser erguido onde hoje funciona uma réplica da Galeria do Rock, templo alternativo da rua 24 de Maio. É a deixa para o desenvolvimento da trama. E então surgem as primeiras imagens de Tempos Modernos: aéreas, câmeras que serpenteiam entre arranha-céus, efeitos visuais de computação gráfica, que desconstroem calçadas e edifícios. Um show de virtuosismo técnico.

A modernidade, no entanto, acaba no primeiro longo videoclipe. O texto de Bosco Brasil é uma comédia que só quer fazer os jovens rirem, as donas de casa sonharem e os mais espertos se deliciarem com ironias e metáforas. Porque Tempos Modernos é uma novela conservadora como 99,9% das novelas. Bosco Brasil seria capaz, sim, de apresentar uma narrativa inovadora. Mas não é louco de fazer isso logo em sua estreia como autor-solo da Globo. Bebe da mesma fonte que Silvio de Abreu descobriu no Bexiga há 30 anos. Porque faz um produto para o horário nobre da televisão, um veículo para as massas. Não para uma sala de teatro.

A estreia de Tempos Modernos dividiu opiniões. Uns não gostaram. Outros detestaram. Isso é bom. Melhor do que a indiferença. A audiência, 29 pontos (consolidados, Grande SP), foi menor do que a da estreia de Caras & Bocas (33), mas é uma senhora audiência. Está longe de se anunciar como um fracasso. Pelo contrário, a novela promete. Promete, principalmente, diversão, com uma crítica à neurose pela segurança e um manifesto pela revitalização do centro de São Paulo (mas sem “ganância”, sem obras megalomaníacas) como pano de fundo.

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12 janeiro 2010 às 06:00

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Vai faltar cama em BBB 10

Numa estratégia para criar intrigas e aproximar potenciais casais, vai faltar camas na primeira semana de Big Brother Brasil 10, que estreia hoje na Globo.

Os participantes, à exceção do primeiro líder, terão que compartilhar as camas da casa principal e do quarto surpresa. A segunda casa, um loft, que a produção do programa já apelidou de “puxadinho”, só será aberta domingo.

O quarto surpresa, que tem um ponto de interrogação na porta, mudará a cada semana. Na primeira, servirá de dormitório. Em outras ocasiões, seu interior será um presente para quem atender ao Big Fone. Mas, na maioria delas, o quarto trará surpresas desagradáveis. Em pelo menos uma semana, ele repetirá o quarto branco da nona edição do reality show. Em outra, terá o aspecto de cela de prisão.

Veja mais:

+ Confinados do BBB poderão usar o Twitter
+ Angélica, do BBB10, é a lésbica que Boninho prometeu
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11 janeiro 2010 às 16:24

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‘Conteúdo sexual’ veta A Praça É Nossa a menores de 14 anos

Para o Ministério da Justiça, imagens como esta são impróprias para menores de 14 anos (Foto: Divulgação/SBT)

Para o Ministério da Justiça, imagens como esta são impróprias para menores de 14 anos (Foto: Divulgação/SBT)

O Ministério da Justiça publicou no Diário Oficial da União de hoje despacho em que reclassifica A Praça É Nossa, do SBT, como impróprio para menores de 14 anos, inadequado para veiculação antes das 21h. O programa, desde agosto de 1991, era considerado livre. No início de 2009, sob pressão do ministério, o SBT passou a exibir o selo de “impróprio para menores de 10 anos”.

A reclassificação não altera a exibição do humorístico. O programa já vai ao ar após as 23h. Mas impede sua eventual transmissão antes das 21h, como ocorreu até setembro do ano passado. Com a reclassificação, o governo coloca a “velha” Praça no mesmo patamar de classificação indicativa do “novo” Pânico na TV.

No despacho publicado hoje, o Ministério da Justiça argumenta que reclassificou A Praça É Nossa porque o monitoramento do programa detectou “inadequações, tais como linguagem de conteúdo sexual e exposição de pessoas, em especial mulheres, em situações constrangedoras ou degradantes”.

O SBT afirmou que irá acatar a decisão.

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11 janeiro 2010 às 06:00

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Record fecha com Discovery e tira séries do Fantástico

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, mostra o impacto de suas baquetas durante gravação de episódio de A Supercâmera com a banda

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, mostra o impacto de suas baquetas durante gravação de episódio de A Supercâmera com a banda

A Record fechou um acordo com o grupo Discovery em que terá 40 horas anuais de documentários. Com o contrato, a Record terá preferência na compra de programas produzidos ou co-produzidos pela Discovery. Assim, a Globo não poderá mais contar com séries como Vida, (Life no original), co-produção da Discovery com a BBC, que estreia no Discovery Channel em março. Vida é uma daquelas séries que o Fantástico costuma exibir, tipo Planeta Azul e Caçadores de Mitos, anos atrás.

A Record, no entanto, ainda não garantiu a exibição de Life. Por enquanto, a emissora tem fechado com a Discovery a transmissão de A Supercâmera, À Prova de Tudo e O Escapista. Um dos maiores sucessos de audiência do canal Discovery no Brasil, A Supercâmera vai virar quadro do Domingo Espetacular. A atração mostra em alta definição e em câmera lenta detalhes precisos de movimentos, como os giros de bailarinos e de uma lâmina em ação, por exemplo. Já À Prova de Tudo traz o aventureiro Bear Grylls em situações e locais inóspitos _escalar cachoeiras e se alimentar de testículos de bode, insetos vivos e peixe cru são algumas delas.

O acordo prevê também a transmissão de um programa com a marca Discovery pela Record News. Vale a partir deste ano.

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